17 maio 2006

Luís Monteiro da Cunha

De metro – II

foto: Bufagato

De metro – II

Vomitam-se multidões,
Aluviões indiferentes
Seres em desalinho, invisíveis
Todos iguais e tão diferentes
Tentam desarmar o relógio no pulso
Quando o que os comanda
Autómatos, é só o espelho avulso.


© Luís Monteiro da Cunha
2006-05-13

4 Comentários:

Às 17/5/06 23:47 , Blogger Luís Monteiro da Cunha disse...

e continuamos a viagem de Metro...

como o poema é extenso
fraccionei-o em cinco que irei publicando para vosso julgamento....lol

desejos de continuação de uma óptima semana

beijos e abraços
Luís

 
Às 18/5/06 00:38 , Blogger Helder Ribau disse...

Um blog surpreendente... :) gostei bastante

 
Às 18/5/06 23:00 , Anonymous Anónimo disse...

Lindo...e pensar que foi nesse mesmo metro que andei após 24 anos de ausência nesse meio de transporte....

 
Às 19/5/06 00:37 , Anonymous Anónimo disse...

Olá,

venho agradecer e retribuir as as palavras deixadas no meu espaço. Encontrei aqui muita coisa que gosto, uma delas esse meio de transporte que aí existe, mas que para quem vive em Lisboa acha deveras interessante por ser de superficie. Aqui "metro" significa mesmo "underground" ...

Gostaria ainda de referir-me às palavras que acompanham esta foto, nomeadamente "Seres em desalinho, invisíveis,todos iguais e tão diferentes ..." - esta é, de facto, uma grande realidade!

Uma excelente 6ª. feira! :)

 

Publicar um comentário

Subscrever Enviar feedback [Atom]

<< Página inicial