14 outubro 2009

Luís Monteiro da Cunha

Chico Fininho... chiquinho da cantareira...


Etiquetas: ,

06 janeiro 2009

Luís Monteiro da Cunha

Demência colectiva

Tela: aguarela de Sergio Filipe/2008





O mundo está louco!
Uma espécie,
Demência colectiva...
Onde o mais louco
É aquele...
O outro...
serei...!?
Que fazer...
Quando o caminho é
O pântano e estamos
Ligados no mesmo curso

Água...
Á_gu_aaaaaaaa?
Sufoco!!!!
Apenas mais um
Pouco de oxigénio
No meu card...
Please?
Arde este sufoco.
Eu sei, é tarde
Mas que ouço?
Está tudo no mesmo alvoroço!
Por isso, não é tarde
Nem infame,
Que suplique
Salvem-me deste poço!!!!

2009, Lmc






Etiquetas:

10 novembro 2008

Luís Monteiro da Cunha

Navegar


Sempre o reflexo de tudo.

De nós, dos sonhos,

da vida, em reflexo.

Um rodar permanente!

Como se o relógio, em cada passagem,

encontrasse novos...

um repetido número.


Luis Monteiro da Cunha, 2008



















Etiquetas: ,

07 novembro 2008

Luís Monteiro da Cunha

Re-voando

foto: lmc/bufagato


O azul
o ar
o voo
Sonhar...



Etiquetas:

05 novembro 2008

Luís Monteiro da Cunha

a_ponte

foto: lmc/2007

passagem
para
nova
margem

lmc

Etiquetas:

22 janeiro 2008

Luís Monteiro da Cunha

Por fim... o regresso


foto: lmc/2007



Por fim, estou de novo entre vós.
Com a máquina refeita, quase nova, apesar dos vicios velhos.
Por falar em vícios, pelo menos um já ficou pelo caminho, mais tarde vos direi...

Aproveitemos estes dias magnificos...


luis
.

Etiquetas:

23 dezembro 2007

Luís Monteiro da Cunha

Feliz Natal 2007






O Natal não é isto!

Crente ou não…
O nascimento
da revolta é sempre
motivo para reflexão.

Cerceemos o consumismo!
Escutemos:

aquela palavra ignota
que, ténue, ainda brota
dos puros de coração.

Sê tu próprio!
Sem opróbrio,
Igual, na condição!



© Luís Monteiro da Cunha


Para todos, festas serenas e felizes,
na companhia dos desejados.

Abraço natalício,

Luís Monteiro da Cunha

Etiquetas:

20 dezembro 2007

Luís Monteiro da Cunha

Nascido Tarde

foto: lmc/2007

foto: lmc/2007


foto: lmc/2007


foto: lmc/2007



foto: lmc/2007




Foi uma festa!
Sim, uma festa mesmo. Daquelas de arromba, a que a Ana Maria Costa nos preparou para o nascimento do seu primogénito: "Nascido Tarde".
O nascimento foi rodeado de todos os cuidados inerentes ao amor maternal da Ana, da qual brotou luzidio e belo, emitindo palavras para reflectir, sorrir, amar e florir os olhos que, enlevados, o contemplam.

Obrigado Ana.
Parabéns, amiga, pelo tanto que nos dás, teus leitores, e, à literatura portuguesa.

Um agradecimento também, à Edium Editores, pela coragem demonstrada, apostando na publicação de poesia de autores menos conhecidos. Bem haja, Jorge Castelo Branco.

Seguem as fotos possíveis deste momento solene e aprazível, na presença de dezenas de amigos, alguns, também autores.

Luís Monteiro da Cunha





Etiquetas: ,

06 dezembro 2007

Luís Monteiro da Cunha

Ana Maria Costa, poeta de Portugal

A poetisa maiata, Ana Maria Costa,
finalmente decidiu-se a publicar
o seu primeiro trabalho a solo em papel,
para gáudio dos muitos fãs
que a incentivam e desesperavam
por este momento.

Bem hajas, amiga, por este livro.
O primeiro de muitos...

Lmc


Ana Maria Costa Ana Maria Costa


Nascido Tarde - Ana M. Costa
Clik na imagem para aumentar

A autora Ana Maria Costa e a Editora “Edium Editores” convidam Vs. Exas, família e amigos para o evento do lançamento do livro de pensamentos “Nascido tarde” a realizar no dia 15 de Dezembro pelas 16 horas nas instalações da Sonae Holding, espaço “Sonae Learning Centre”, lugar do Espido, EN 13 - Cidade da Maia.
A apresentação estará a cargo do Professor Doutor José Gil e do Dr. Jorge Vicente. Animado com intervalos de música, performance e declamação dos actores: Otília Costa, Joana Resende e Ruben Correia.
Finaliza com uma sessão de autógrafos e o cocktail, oferta do espaço "Sonae Learning Centre".

Parabéns




Etiquetas: ,

21 novembro 2007

Luís Monteiro da Cunha

Inconsciente

foto de lmc/2007


São esses instantes, amordaçados
no papel brilhante de sorrisos
que semeiam no corpo, o
fruto do nosso amanhã

Procura-se o passado
a firmeza do chão
um dia fecundo
o sonho adiado
que um dia, de ilusão,
coloriu de mundo
o nosso peito inflado,
acreditando no coração
(de um modo desajeitado)

O poço é profundo
sempre saciará
o sono do futuro
advirá do sonho
melhor mundo?


Luís Monteiro da Cunha



Etiquetas: , , , ,