14 novembro 2007

Luís Monteiro da Cunha

entre caminhos

foto: lmc2007


Mariposa
Luís Monteiro da Cunha


Pareces saber que é teu
Todo o tempo do mundo.

Afadigas as asas na descoberta
De olores mais belos e sôfregos
Que o prazer algum dia descobriu
Nos pistilos de cavidade aberta.

Sabes que cada minuto é
apenas uma fracção da
eternidade.

Se a ânsia é o coração
voraz das coisas; sobrevoa,
sem que se aquiete, ou
lhe baste; nunca brilhará
na impaciência, a chama
que explique da haste,
a nobre existência.

poema publicado no JN de Sábado 2007/11/10










Etiquetas:

6 Comentários:

Às 16/11/07 03:51 , Anonymous Anónimo disse...

Olá!!

Fiquei surpreendida com o teu pedido de amizade no hi5.. como é que soubeste que era eu?? lol

Fica bem, Luís!! ;-)

confissoesdeumasurda.blogs.sapo.pt

 
Às 18/11/07 20:17 , Blogger lena disse...

um belo caminhar Luís

tenho lido pouca poesia tua, sei que a ausência é minha


voltei para te sentir de novo e este caminho teve um doce sabor, um brilho na sua existência

já te disse que continuas a escrever cada vez melhor??

Poeta amigo um abraço meu, com amizade e ternura

beijinhos para ti

lena

 
Às 19/11/07 13:56 , Blogger © Piedade Araújo Sol disse...

sabes que cada minuto é a fracção da eternidade...

só por esta passagem vale a pena ler o teu belissimo poema...

 
Às 19/11/07 18:55 , Blogger Luís Monteiro da Cunha disse...

Confissões...

Olá amiga, pois... sabendo, né?!

Obrigada pela visita

jinhos e força, ok?

 
Às 19/11/07 18:58 , Blogger Luís Monteiro da Cunha disse...

Lena...

Obrigada amiga poeta, por gostares das minhas singelas palavras.

Gosto deste teu regresso, ao convívio da utópica poesia.

Enorme abraço

 
Às 19/11/07 19:02 , Blogger Luís Monteiro da Cunha disse...

Piedade...

Olá amiga e mentora destes caminhos e fontes que dessedentam o pobre caminhante... que sou.

Agradecido por essas belas palavras e incentivo

Enorme abraço

 

Publicar um comentário

Subscrever Enviar feedback [Atom]

<< Página inicial